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Monday, July 12, 2010



Quem foi mesmo a estrela da Copa da África do Sul? Maradona? O técnico da Alemanha tirando e comendo "caraca de nariz"? Os péssimos bandeirinhas e árbitros? as vuvuzelas? Não, o grande nome da Copa foi mesmo a bola, a Jabulani. Amaldiçoada por uns e abençoada por outros, no mínimo ela foi polêmica demais.

A Copa de 2014 é aqui no Brasil e deveremos pensar logo como se chamará nossa bola. Li no blog do Luiz Caversan, nomes que alguns internautas propuseram:

Jabá
Maracutaia
Jabuti
Carambola
Jabulanga
Jacutinga
Vuvulani
Jabuzela
Tanajura (em nome da preferência nacional masculina...)
Tabajara
Gabiroba
Jenipapo
Arrelia
Jabuticaba
Catuaba
Janabaranga
Pindorama
Pororoca
Janaína
Chulipa (homenagem ao inesquecível locutor Osmar Santos, sucesso nas rádios até os anos 90, que inventou a expressão "ripa na chulipa, pimba na gorduchinha!")
Gorduchinha
Ronalducha
Xoxota
Perseguida (no sentido de que todos os jogadores perseguem em campo, ntende?)
Porcina
Globall
Malandra
Jabiraca
Pirarucu
Jaboatão
Jafulana
Saci
Tropicália
Jererê
Cocaconha
Pelé


 Com a agilidade e o futebol que a Seleção Brasileira apresentou na Copa, acho que Jabuti é o nome perfeito.

E a nossa bola, como se chamará?

A situação dos aeroportos do país lidera a lista de preocupações da CBF e da Fifa para o Mundial brasileiro.


O receio de um novo caos aéreo é tamanho que as entidades decidiram, na semana passada, fatiar o Brasil em quatro regiões para evitar que delegações e torcedores façam viagens muito longas.

Embora ocorra já uma inquietação em relação à capacidade aeroportuária para a Copa de 2014, os gargalos podem ser percebidos hoje.

De acordo com relatório da Infraero, estatal que administra os aeroportos, 9 das 14 estruturas que serão utilizadas no Mundial operam no limite nos horários de pico.

Até o torneio, ainda segundo a Infraero, mais três aeroportos estarão no limite.

Levantamento feito pelo governo federal aponta que o aumento do número de passageiros no país cresce quase o dobro da velocidade vista no restante do mundo.

Entre as causas apontadas está, além de um crescimento natural da demanda, a recente popularização dos preços das passagens aéreas.

Leia tudo aqui

É só o começo dos problemas


Estamos vivendo um excelente momento econômico, com crescimento de 7% em 2010, descoberta de petróleo e tudo o mais. Seremos sede de Olimpíadas e de Copa do Mundo.

Todos concordam também que esta Copa da África nem teve um grande nível técnico, pelo contrário. Mas mesmo assim fomos eliminados.Só resta agora esperar para os próximos meses e anos as decisões da CBF e da Fifa sobre as cidades-sede do mundial de 2014. A estrutura dos aeroportos que deverão receber dezenas de milhares de turistas estrangeiros, tudo que deverá ser feito e nem licitado foi ainda. Transporte, segurança dos turistas e nossa também. Que sedes continuarão, pois aqui em Fortaleza uma briga de construtoras conseguiu impedir um processo licitatório e ameaça deixar Fortaleza fora da Copa. São muitos e caros os problemas estruturais.Não se sabe nem onde será a abertura e a final. Imaginem o resto...

De uma coisa eu tenho absoluta certeza, o Brasil tem, na opinião de quase todos os brasileiros, a obrigação de ser campeão. Ou não?

Agora será só pressão

Faróis do mundo



Passados seis meses do terremoto que devastou o país e deixou cerca de 250 mil mortos, o Haiti ainda não conseguiu entrar na fase de reconstrução.

Representantes de organismos internacionais ouvidos pela BBC Brasil citam o excesso de escombros pelas ruas como um dos principais sinais da "lentidão" com que o país caribenho vem lidando com o desastre.

"O Haiti ainda vive sob escombros. E enquanto o excesso de entulho e lixo não for recolhido das ruas de formas significativa, a reconstrução continuará para depois", diz o brasileiro Ricardo Seitenfus, representante da Organização dos Estados Americanos (OEA) no Haiti.

Estima-se que o terremoto tenha deixado 20 milhões de metros cúbicos de entulho e que 5% a 10% desse total teria sido recolhido em seis meses.

"Logo depois do desastre, alguns países enviaram máquinas e equipamentos para ajudar na limpeza dos escombros. Mas tudo isso foi retirado do Haiti meses depois, o que é incompreensível", diz Seitenfus.

"Nesse ritmo levaremos seis anos apenas para lidar com a limpeza", acrescenta.

Que absurdo!

Na África do Sul gastou-se bilhões, mas no Haiti...

"Para fazer com que os índices da Educação do Ceará perseverem na rota ascendente em que se encontram, devemos perseguir, obsessivamente, a boa escola para as crianças, meninos e meninas, juventude e adultos do nosso Estado".

Izolda Cela, Secretária de Educação do Estado do Ceará

Pra recordar

Leroy Anderson compôs em 1950, "A Máquina", uma música em homenagem a máquina de escrever, que na época ainda era uma peça importante da tecnologia. Neste vídeo, "A Máquina" é tocada pelo austríaco Martin percussionista Breinschmid com o Festival Strauss Orchestra.

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