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Wednesday, October 7, 2009
Extraído do Balaio do Kotscho:
“ULTRA, ULTRA HOT”
Jim Cramer, folclórico âncora da CNBC, principal canal financeiro dos EUA, fez festa para o Brasil e o IPO do banco Santander. “O Brasil está ultra, ultra quente. O PIB deve crescer 5%, 6%. Os serviços financeiros vivem boom. os Jogos de 2016 eles acabam de vencer.
“WORLD S BEST”
No alto da Folha Online, a Petrobras entrou para as 40 melhores empresas do mundo, na lista da “Business Week” (…). A revista descreve a Petrobras como “a maior empresa do hemisfério Sul” e sublinha seu crescimento.
CONFIANÇA
Em extenso material sobre os emergentes, o “Financial Time” publicou que “Ásia e Brasil lideram a alta na confiança dos consumidores”, segundo pesquisa Nielsen.
EUA, ÍNDIA VÊM AÍ
No ‘Chicago Tribune”, “empresas americanas focam consumidores no exterior”, ressaltando o Brasil _ e a vitória do Rio sobre Chicago, na disputa dos Jogos.
No “Business Standard” e outros indianos, a montadora Bajaj Auto anunciou uma fábrica “num lugar chamado Manaus, no Brasil”.
ROCKY?
Abrindo a seção internacional do “Los Angeles Times”, o filme ” “Lula, Son of Brazil”, que sai no fim deste ano, sobre a juventude de Lula, comparada à “história de Rocky Balboa”.
O BRASIL DEPOIS DE LULA
Em meio ao louvor global na mídia, nos dias seguintes à escolha do Rio para sediar os Jogos, o colunista de política externa do “FT”, Gideon Rachman, escreveu que “o Brasil nunca esteve tão na moda”, com Jogos, Copa, Brics, G20, pré-sal: “Em Lula, o Brasil finalmente tem um líder que é uma figura reconhecida globalmente”.
O Brasil nunca esteve tão na moda
Recebi por e-mail, de minha amiga Nadsa Gurgel:
O polvo da conquista
Fernando Barroso
Dois temas, atualmente, estão na pauta do dia dos ambientalistas no que se refere à proteção dos recursos marinhos, ameaçados pelas mudanças climáticas e pela pesca predatória: a necessidade de mudanças na gestão pesqueira, visando a priorizar o ecossistema no lugar da espécie alvo; e a melhoria da qualidade de vida do pescador artesanal e de seu grupo familiar, através do desenvolvimento sustentável da exploração do conjunto dos recursos naturais onde ele atua.A pesca é considerada uma das mais antigas e mais importantes atividades extrativistas do homem no litoral brasileiro. A despeito disso, as políticas para o setor pesqueiro sempre foram focadas na pesca industrial, em detrimento da importante participação da pesca artesanal em toneladas de nosso pescado, do grande contingente humano que vive dessa atividade e da captura diversificada.Fartamente encontrado nos litorais cearense, o polvo é um cefalópede, molusco da mais alta estirpe, iguaria apreciado na cozinha universal, especialmente no Japão e nos países do Mediterrâneo. Seus oito tentáculos já eram descritos na grande enciclopédia do mundo antigo, a História Naturalis de Plínio (Caius Plinius Secundos - 23/4-79), estando entre os mais antigos habitantes do mar.O Projeto Polvo Nordeste, do Instituto de Ciência do Mar – Labomar, da Universidade Federal do Ceará – UFC, desenvolveu o programa Como Pescar o Polvo, criando a figura simpática do Professor Octopus, com vídeos animados visando a pesca responsável e a valorização da qualidade na cadeia de frio necessária para manutenção do melhor molusco. Ou seja, o insumo qualificado.Já foi dito que o Ceará cresceu do interior para o mar e talvez por isso não tenhamos absorvido, ainda, algumas maravilhas do mar como o polvo, que tem no habitat da lagosta seu paraíso. Nesse prato, dois polvos são cozidos previamente e acompanhados com arroz preparado no caldo resultante do cozimento do molusco, polpa de coco, tomate, lascas de um polvo e o outro, servido inteiro. É a conquista do polvo pela gastronomia cearense.Os Ingredientes> 2 litros de água potável;> 1 talo de salsão> 200 ml de vinho branco seco> Ajinomoto;> 40 ml de azeite 40 ml;> Caldo do cozimento do polvo;> Polvo – 2 unidades com 1,200 kg;> Salsinha picada; > 200 g de tomate pelado;> 200g de polpa de coco;> 7 dentes de alho picado;> Pimenta dedo de moça;> 300g de cebola picada;> 250g de arroz; >Pimenta e sal.O PreparoLevar ao fogo, numa panela de pressão, os 2 polvos, 3 dentes de alho, 100g de cebola, 2 litros de água, talo de salsão e 200 ml de vinho branco por 20 minutos. Passar numa peneira o caldo do cozimento. Reservar. Levar à fervura o caldo do cozimento reservado. Numa outra panela, dourar no azeite 2 dentes de alho e 100g de cebola, acrescentar o arroz, 100 gramas de polpa de coco, pimenta dedo de moça e 100g de tomate pelado, refogar. Adicionar, então, o caldo e cozinhar por 15 minutos. Efetuar a correção de sal, pimenta e ajinomoto. Cortar em lascas um polvo, manter o outro inteiro; numa frigideira dourar no azeite os outros 2 dentes de alho, a cebola, o tomate pelado e a polpa de coco restantes, refogar e agregar o polvo em lascas e o inteiro, corrigir sal, pimenta e ajinomoto, montar o prato com o polvo inteiro ao centro e o arroz com as lascas de polvo. Polvilhar com a salsinha.Serve quatro porções.
O Polvo da conquista

Poucas pessoas fora do agronegócio brasileiro sabem que nem só de filé mignon e outros cortes especiais vivem os consumidores internacionais do frango e da carne bovina produzida no Brasil. Na pauta de exportação do ‘complexo carne’ – cujas vendas externas somaram U$ 7.5 bilhões entre janeiro e agosto deste ano - também há espaço para iguarias mais exóticas, como bile congelada, pé de frango, cérebro, diafragma, medula, testículo, pulmão, tendões e ligamentos de bovinos. Entre agosto de 2008 e agosto de 2009, foram vendidos cerca de US$ 400 milhões desse tipo mercadoria para Hong Kong, Nova Zelândia, Japão, Argentina, Singapura, Cuba, Vietnã e Áustria.
“Boa parte desses produtos compunha a ração utilizada na criação de gado e outros animais ruminantes. Mas esse uso foi banido após o surto mundial da vaca louca. Hoje, quando não são transformados em farinha de carne e farinha de pena para a produção de ração de cães e gatos, eles seguem direto para exportação”, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, do Ministério da Agricultura, Nelmon Oliveira da Costa. O mercado asiático é o principal destino dos excedentes produzidos pela indústria nacional de carnes. Nos últimos doze meses, Hong Kong sozinho comprou 14,5 mil toneladas de ligamentos, tendões e vergalhos, além de 3,5 mil toneladas de aorta bovina congelada. “O pé de galinha é bastante apreciado no oriente, seja frito ou ensopado. Mas nem tudo chega à mesa. Os tendões e ligamentos de bovinos são usados para preparar carnes enlatadas, pois contém gelatina. E a bile congelada é usada na fabricação de medicamentos”, revela Costa.
Fonte: Terra
Pé de galinha rende US$ 400 milhões para o Brasil

Manchetes chocantes sempre existiram e existirão, desde que os jornais se tornaram populares e acessíveis às pessoas em todo o mundo.
Manchetes históricas

