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Wednesday, July 7, 2010
Imagem: Alexandre Alliatii
A eliminação da seleção brasileira está refletida até nas vitrines na África do Sul. Em um shopping de Durban, onde o Brasil empatou por 0 a 0 com Portugal na primeira fase, jaquetas e camisetas do Brasil estão em liquidação. O desconto chega a 50%. A promoção começou em 3 de julho, um dia depois de a equipe pentacampeã do mundo ser eliminada pela Holanda.
A jaqueta oficial amarela é vendida pela metade do preço. Custava 800 rands (R$ 200,00), e agora pode ser comprada por 400 rands (R$ 100,00). A camiseta oficial teve queda menor: de R$ 162,00 para R$ 99,00. A prática não foi exclusividade dos produtos do Brasil. Vestimentas de países como Itália e Portugal também estão mais baratas. As da França caíram para até um terço do valor original.
Queima total!
Ontem Ricardo Teixeira foi ao programa “Bem amigos especial” para selar a paz entre a velha comadre e a entidade. Aliás, nunca o nome desse programa caiu tão bem como ontem: Bem amigos. Que alegria, como eles se entendem bem.
E do encontro entre os amigos especiais, ontem, já saiu o primeiro acordão, publicado na primeira página de O Globo: O torcedor precisará ter paciência, já que o principal é a renovação. Esse é novo ditame que teremos que professar, é a tônica que permeará a cobertura da grande a seleção: paciência.
Agora, meus amigos, percebam a incongruência disso tudo e como eles acham que as pessoas são marionetes, bonecos que eles manipulam pra lá e pra cá, do dia pra noite, pra repetir o que eles querem.
A seleção que Dunga pegou em 2006, foi talvez a renovação de maior impacto já acontecida no futebol brasileiro. Com a aposentadoria de dinossauros consagrados vindos de um fracasso rotundo como Dida, Cafu, Roberto Carlos, Zé Roberto, Emerson e Ronaldo, houve renovação em todos os setores do time: no gol, nas duas laterais, no meio de campo e no ataque. No entanto, apesar de ganhar tudo que disputava, a seleção era cobrada jogo a jogo com um rigor absolutamente excessivo e nunca antes visto, com todas as distorções que eu já estou até cansado de falar. Não foi pedido nenhuma paciência nesse momento delicado do nosso futebol.
Assista ao video da entrevista aqui
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E do encontro entre os amigos especiais, ontem, já saiu o primeiro acordão, publicado na primeira página de O Globo: O torcedor precisará ter paciência, já que o principal é a renovação. Esse é novo ditame que teremos que professar, é a tônica que permeará a cobertura da grande a seleção: paciência.
Agora, meus amigos, percebam a incongruência disso tudo e como eles acham que as pessoas são marionetes, bonecos que eles manipulam pra lá e pra cá, do dia pra noite, pra repetir o que eles querem.
A seleção que Dunga pegou em 2006, foi talvez a renovação de maior impacto já acontecida no futebol brasileiro. Com a aposentadoria de dinossauros consagrados vindos de um fracasso rotundo como Dida, Cafu, Roberto Carlos, Zé Roberto, Emerson e Ronaldo, houve renovação em todos os setores do time: no gol, nas duas laterais, no meio de campo e no ataque. No entanto, apesar de ganhar tudo que disputava, a seleção era cobrada jogo a jogo com um rigor absolutamente excessivo e nunca antes visto, com todas as distorções que eu já estou até cansado de falar. Não foi pedido nenhuma paciência nesse momento delicado do nosso futebol.
Assista ao video da entrevista aqui
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Jogo de "comadres"
O Brasil é o quarto colocado em um ranking do Banco Mundial que lista 87 países pelo tempo que um estrangeiro gasta em cada um para abrir uma empresa.
Depois de avaliar indicadores sobre normas para investimentos externos em 87 países do mundo, um relatório do Banco Mundial concluiu que a abertura de uma empresa por um estrangeiro no Brasil leva em média 166 dias.
Entre os países avaliados, apenas Angola (263 dias), Haiti (212) e Venezuela (179) têm processos mais demorados para a abertura de empresas por estrangeiros.
Na outra ponta da tabela, estão Ruanda e Geórgia (4 dias), Canadá (6 dias), Afeganistão, Albânia e Belarus (7 dias).
Entre os demais países pesquisados, o processo leva em média 11 dias nos Estados Unidos, 14 na Grã-Bretanha e 99 dias na China.
Fonte: BBC
Depois de avaliar indicadores sobre normas para investimentos externos em 87 países do mundo, um relatório do Banco Mundial concluiu que a abertura de uma empresa por um estrangeiro no Brasil leva em média 166 dias.
Entre os países avaliados, apenas Angola (263 dias), Haiti (212) e Venezuela (179) têm processos mais demorados para a abertura de empresas por estrangeiros.
Na outra ponta da tabela, estão Ruanda e Geórgia (4 dias), Canadá (6 dias), Afeganistão, Albânia e Belarus (7 dias).
Entre os demais países pesquisados, o processo leva em média 11 dias nos Estados Unidos, 14 na Grã-Bretanha e 99 dias na China.
Fonte: BBC
Brasil: muito há o que mudar ainda
O Brasil tem as maiores tarifas de telefonia celular pré-paga entre os países da América Latina e do Caribe. A informação consta de pesquisa divulgada pelo Diálogo Regional sobre a Sociedade de Informação (Dirsi), organização que reúne profissionais e instituições que atuam na área de tecnologia da informação e comunicação.
De acordo com o estudo, o brasileiro paga US$ 45,01 por mês por uma cesta de serviços. Na Jamaica, onde o custo é o menor da região, a mesma cesta custa quase 20 vezes menos: US$ 2,2.
Os dados da pesquisa dizem respeito ao segundo trimestre do ano passado. Entre os 20 países pesquisados na América Latina e no Caribe, Honduras ocupa a segunda posição do ranking de maiores tarifas, com custo mensal de US$ 25,69.
Uruguai (US$ 21,70), México (US$ 19,88), Argentina (US$ 19,43) e Venezuela (US$ 19,43) aparecem na sequência. O custo médio mensal entre os 20 países é de US$ 15. Numa mostra ampliada de 62 países, que inclui membros da OCDE e países emergentes do Sul Asiático - como Filipinas e Malásia -, as tarifas de telefones pré-pagos no Brasil são também as mais altas.
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Brasil tem o celular pré-pago mais caro da América Latina
Li com muito prazer, no Blog Do Carvalho:
A primeira festa de aniversário de Sobral que eu me lembro aconteceu em 1973, quando a cidade fez 200 anos. Todo dia tinha uam coisa acontecendo, mas nunca vou esquecer do dia em que vi o Mestre Luiz Gonzaga tocando na carroceria dum caminhão. Foi a única vez que vi o Rei do Baião ao vivo, mas foi tão bom que lembro direitinho da cena até hoje. Isso aconteceu no dia 5 de julho.
Não passei muitos aniversários de Sobral na cidade, não vou muito à Sobral, acho que não sei muito sobre Sobral e acompanho pouco o que acontece por lá, mas todo mundo sabe que gosto demais de Sobral e tenho todas as qualidade e defeitos que todo sobralense tem, e por essas razões hoje estou em em festa, mesmo sem estar em Sobral.


