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Tuesday, September 1, 2009

Claudio Abramo escreveu:

Em breve, os órgãos da administração federal dos três poderes, incluindo-se a administração indireta, serão obrigados a publicar na Internet a relação completa de todos os agentes públicos (servidores e integrantes de cargos de livre provimento) que deles façam parte.

A determinação está no artigo 78 da Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2010.

O dispositivo inclui também a obrigatoriedade de publicação “da estrutura remuneratória, tabela com os totais, por níveis, de cargos efetivos, comissionados e funções de confiança integrantes do quadro geral de pessoal civil, demonstrando, por órgão, autarquia e fundação, os quantitativos de cargos efetivos vagos e ocupados por servidores estáveis e não estáveis e os quantitativos de cargos em comissão e funções de confiança vagos e ocupados por servidores com e sem vínculo com a Administração Pública Federal, comparando-os com os quantitativos do ano anterior e indicando as respectivas variações percentuais”.

O Executivo precisará fazer isso até 31 de outubro deste ano e os demais poderes até 31 de janeiro de 2010.

Os dados de cada agente público deverão incluir:

I – nome completo e número de identificação funcional;
II – cargo e função;
III – lotação; e
IV – ato de nomeação ou contratação e a respectiva data de publicação.


DETALHE: A LDO não estabelece padrões para a publicação desses dados, de modo que se pode esperar todo tipo de suporte, o que estabelecerá dificuldades para a agregação dos dados.



Será?


Que maldade!


Soldados da FEB na Itália


2ª GUERRA MUNDIAL - A primeira guerra midiática

Por Alberto Dines

"Sempre que ouço Wagner tenho vontade de invadir a Polônia", diz o personagem interpretado por Woody Allen em Manhattan murder mystery ao sair no meio de um concerto no Lincoln Center. Frase antológica, terrivelmente preconceituosa: admiradores da música de Richard Wagner podem ser humanistas e até pacifistas. Caso do regente Daniel Barenboim, que ousou executar Wagner em Israel e se distingue como campeão da aproximação com os palestinos.

Há 70 anos, em 1º de setembro, a Polônia era invadida pela poderosa Wehrmacht e aniquilada pelos Stukas da Luftwaffe. Em represália, no dia 3, França e Inglaterra, declaravam guerra à Alemanha. Começava a Segunda Guerra Mundial, o evento mais importante dos últimos 500 anos. Primeira guerra total, primeira guerra midiática. O mais horripilante painel sobre o ódio jamais produzido pela humanidade.

A mídia registrou a efeméride – sem ênfase e empolgação. Burocraticamente. Nas redações juvenilizadas, passado é passado, página virada. Poucos se dão conta que passado é palpitante, passado é o presente ampliado por perspectivas.

A Segunda Guerra Mundial foi importantíssima para o Brasil: pela primeira vez em nossa história cruzamos o oceano para lutar pela liberdade dos outros Brasileiros perderam a vida pela causa democrática mas o país vivia a ditadura do Estado Novo, nossa primeira experiência em "ditabrandas".


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A primeira guerra midiática


Deu na BBC:

O novo marco regulatório para a exploração do petróleo no Brasil, anunciado na segunda-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa "uma virada nacionalista" para o Brasil, segundo afirma reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal americano The New York Times.

"O governo brasileiro propôs mudanças às leis existentes na segunda-feira para dar o papel principal no desenvolvimento das reservas-chave de petróleo em águas profundas para a gigante estatal da energia, a Petrobras, em detrimento das rivais estrangeiras", observa o diário.

"O novo marco regulatório do País representa uma virada nacionalista para o Brasil", diz a reportagem, que comenta que os campos descobertos nos últimos dois anos podem transformar o Brasil em uma grande potência mundial de energia.

A reportagem comenta que as novas regras, que ainda dependem de aprovação do Congresso, "confinariam as empresas estrangeiras a papéis mais subservientes à Petrobras e a uma nova estatal do petróleo ainda a ser criada".

Já o diário econômico americano The Wall Street Journal destaca que, para cumprir sua promessa de financiar o desenvolvimento do País com os recursos provenientes do petróleo, Lula "terá que ter sucesso onde gerações de governos latino-americanos, do México à Bolívia, falharam: transformar a riqueza de vastos recursos naturais no motor do desenvolvimento".

Também acho!

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O novo marco regulatório para a exploração do petróleo no Brasil é bom para nós?


E como o assunto é peixe, fiz e comi na semana passada uma das receitas com peixes que eu mais gosto: moqueca de pescada amarela, feita na frigideira.

Fui na Feira do Mucuripe, em Fortaleza, pois havia acabado de chegar umas enormes pescadas amarelas, algumas quase do tamanho de um homem adulto, frescas, saindo sangue. Comprei 3 postas lindas de 450 grs. cada uma. São grandes mesmo!
Levei para o Iguape, praia próxima à Fortaleza, onde passei uns dias e lá procedi desta forma:
Temperei as postas em sal, limão, ervas frescas e um mix de pimentas branca, rosa e do reino e deixei marinar por 2 horas na geladeira.
Cortei 2 pimentões verdes, 2 cebolas brancas, 3 pimentas de cheiro e 4 dentes de alho em fatias finas.
Em uma frigideira grande despeje 2 ou 3 colheres de sopa de azeite de dendê e ponha os pimentões, cebolas, pimenta de cehiro e alho e refogue. Ponha depois 500 ml de leite de coco, tampe a frigideira e deixe cozinhar até que fiquem macias. Ponha sal e pimenta do reino.
Ponha então as postas na frigideira e depois acrescente cheiro verde picado e rodelas de 2 tomates grandes e maduros e tampe a frigideira. Deixe cozinhar até que as postas fiquem macias. NÃO DEIXE COZINHAR DEMAIS, talves uns 7 minutos, pois as postas são grandes e grossas.
Se quiser fazer pirão, acrescente mais ingredientes, senão, sirva com arroz branco e uma pimentinha, imediatamente após o final.
É pra comer de joelhos!

Receitas simples


A Semana do Peixe visa estimular o consumo e produção nacional do pescado. O Ceará é o maior produtor e consumidor de tilápia do Brasil, mas importa metade da demanda. A iniciativa é do Ministério da Pesca e será realizada em todos os estados.

A 6ª edição da Semana do Peixe começa amanhã (1) e vai até o dia 15 próximo. A intenção é de estimular a produção e aumentar o consumo per capita nacional, hoje em 8 Kg/ano para 14 Kg/ano, limite considerado ideal pela Organização da Alimentação e Agricultura (FAO) das Nações Unidas.
Peixe é gostoso e faz bem!

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“Na guerra eterna, a humanidade se torna grande. Na paz eterna, a humanidade se arruinaria”.
Adolf Hitler

Primeiro de setembro de 1939, 4h45min. O sol ainda nem havia nascido quando as primeiras tropas alemãs cruzaram a fronteira e abriram fogo contra a base polonesa em Westerplatte. Sucessivas explosões indicavam o início de um massacre. Há exatos 70 anos, Adolf Hitler ordenava que as poderosas guarnições do exército alemão cobrassem com sangue polonês os territórios tirados da Alemanha pelo Tratado de Versalhes - acordo de paz que encerrou a Grande Guerra, em 1919. E assim foi feito.

O ataque maciço à Polônia dava início ao combate que causaria o maior número de vítimas na história da humanidade: a Segunda Guerra Mundial. De um lado, o grupo formado pelo Eixo, comandado pela Alemanha e reforçado por Itália, do ditador Benito Mussolini, e Japão. Do outro, os Aliados, liderados por Inglaterra, França, Estados Unidos e União Soviética. Não há registro oficial do número exato de mortos durante os seis anos de guerra, mas estima-se que mais de 50 milhões de pessoas morreram em todo planeta.

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Há 70 anos começava a 2ª Guerra Mundial

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